18 de fev de 2008

Sinônimos

São palavras diferentes na forma, mas iguais ou semelhantes na significação. Os sinônimos podem ser:

Perfeitos

Imperfeitos

Sinônimos Perfeitos

Se a significação é igual, o que é raro.

Exemplo:

Avaro-avarento

Léxico-vocabulário

Falecer-morrer

Escarradeira-cuspideira

Língua-idioma

Sinônimos imperfeitos

Se semelhantes é o mais comum

Exemplo:

Córrego-riacho

Belo-formoso

Mais bem

Mais bem (mais mal) ou melhor (pior)

Observe que devemos usar mais bem (mais mal) quando essa expressão vem antes de um verbo no particípio.

Exemplo:

O estudante mais bem preparado também fica nervoso.

As casas mais mal construídas estão naquela rua.

Devemos usar melhor ou pior junto a verbos e (depois do particípio)

Exemplo:

Ninguém conhece melhor a saúde do doente do que o próprio médico.

A menina sente-se pior.

Mal - Mau

Mau-seu antônimo é bom, ou seja, pode-se subentender a palavra bom no lugar de mau-e é adjetivo.

Exemplo:

Era um mau momento.

Escolheu um mau aluno...

Refiro-me ao mau estudante...

Mal-seu antônimo é bem, ou seja, pode-se subentender a palavra bem, no lugar de mal-pode:

Funcionar como substantivo

o mal, às vezes, tem remédio.

O avô foi atacado por um mal incurável.

Eqüivalem a " assim que"-sendo uma conjunção temporal.

Mal saiu, ele chegou.

Mal disse, o fato aconteceu

funcionar como advérbio de modo

A menina se comportou mal.

O aluno leu mal.

Exercícios sobre Ortografia Parte VI

51 - Marque a única opção em que todas as palavras sejam escritas com x:

a) En...oval, ...ingar, , cai...eiro, en...ergar, ...ícara.

b) Pu...ar, a...atar, en...ovia, in...ado, a...incalhar.

c) Pi...e, dei...ar, en...ugar, ...adrez, bai...o.

d) ...u...u, amei...a, cartu...o, deslei...ada, trou...a.

e) pe...incha, co...a, bro...e, en...ada, en...arcado.

52 - (F.C. Chagas-PR) O ........ do deputado foi ...........

a) mandado-caçado

b) mandado-cassado

c) mandato-cassado

d) mandato-caçado

e) mandato-casçado

53 - (F.C. Chagas-PR) Não se contabilizou a quantia ........ com a festa de ........ de funcionários.

a) Dispendida-congrassamento

b) Dispendida-congraçamento

c) Dispendida-congrasçamento

d) Despendida-congrassamento

e) Despendida-congraçamento

54 - ( FUVEST-SP) Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente grafadas:

a) tecer, vazar, aborígene, tecitura, maisena

b) rigidez, garage, dissenção, rigeza, cafuzo

c) minissaia, paralisar, extravasar, abscissa, co-seno

d) abcesso, rechaçar, indu, soçobrar, coalizão

e) lambujem, advinhar, atarraxar, bússola, usufruto

55 - (F.C. Chagas-PR) Com ........ não raro ........., ele persegue a fama.

a) Tenacidade-obscecado

b) Tenacidade-obcecada

c) Tenascidade-obscecada

d) Tenascidade-obcecada

e) Tenasidade-obcecada

56 -(PUC-SP) Escolha, entre as alternativas, a que propõe a substituição dos termos ou expressões em destaque, sem que haja alteração do sentido da sentença apresentada abaixo:

Parecia estar prestes a acontecer a desclassificação, pois os jogadores demostraram usar métodos pouco sábios na realização dos preparativos finais para a partida decisiva.

a) Eminente-incípidos-concecussão

b) Eminente-insipientes-conseqüência

c) Iminente-insipiente-consecução

d) Eminente-insípidos-concecussão

e) Iminente-incipientes-conseqüência

57 - (F.C. Chagas-PR) Pense nos ideais ............ batalhamos há tanto tempo, e diga-me ............... fracassamos. Será ........... fomos incapazes ou descuidados em algum ponto ?

a) por que-por que-por que

b) por que-por que-porque

c) porque-porque-por que

d) porque-por que-porque

e) por que-porque-por que

58 - (F.C. Chagas-PR) Como os gastos foram ....... solicitamos que os preços sejam ...........

a) escessivos-discriminados

b) excessivos-discriminados

c) excessivos-descriminados

d) excessivos-discriminados

e) escessivos-descriminados

59 -(PUC-SP) Assinale a frase em que há erro de grafia:

a) Passou despercebido, para não ser um empecilho a mais.

b) Mais uma vez, queimou o fusível.

c) Todos têm chegado atrasados, ultimamente.

d) Deu apenas cinqüenta reais ao cabelereiro.

e) É necessário discriminar melhor as despesas.

60 - (F.C. Chagas-PR) Esse legislador tem, .........., promulgado leis de grande ..........

a) amiude-repercussão

b) amiúde-repercução

c) amiude-repercução

d) amiúde-repercussão

e) amiúde-repercursão

61 - (F.C. Chagas-PR) Os ..... reuniram-se na igreja e ..... em ......

a) fiéis-saíram-procissão

b) fiéis-sairam-prosição

c) fiéis-saíram-prossissão

d) fieis-sairam-procissão

e) fieis-sairam-prossissão

Exercícios sobre Ortografia Parte V

41 - (F.C. Chagas-PR) Na .......... plenária estudou-se a ........... de direitos territoriais a .........

a) sessão-cessão-estrangeiros

b) seção-cessão-estrangeiros

c) secção-sessão-extrangeiros

d) sessão-seção-extrangeiros

e) seção-sessão-estrangeiros

42 - (FUVEST-SP) A ......... de uma guerra nuclear provoca uma grande ........... na humanidade e a deixa ......... quanto ao futuro.

a) Espectativa-tensão-exitante

b) Espectiva-tenção-hesitante

c) Expectativa-tensão-hesitante

d) Expectativa-tenção-hezitante

e) Espectativa-tenção-exitante

43 - (FUVEST-SP) Assinale a alternativa em que a frase esteja gramaticalmente correta.

a) Foi graças a interseção do Diretor que consegui renovar a matrícula.

b) Entre os índios, a pior ofensa era ser tachado de covarde.

c) Li, na sessão policial do matutino, que "o criminoso cozera o desafeto a faca".

d) Apresentadas aquelas provas concludentes, o réu foi absorto.

e) A falsificação de minha rúbrica não convenceu a ninguém.

44 - (F.C. Chagas-PR) Não creio que este fato constitua ............. para sua ............. na carreira.

a) Empecilho-ascensão

b) Empecilio-ascenção

c) Impecilho-ascensão

d) Empecílio-ascensão

e) Empecilho-ascenção

45 - (UFGO) Leia as frases abaixo:

I - Assisti a um ........... da máquina.

II - Os ........... não são ignorantes.

III - Ele fez ao filho a ............. de uma parte das terras.

IV - De tempo em tempo se faz um novo .......... da população.

Escolha a alternativa que oferece a seqüência certa de vocábulos para a seqüência das lacunas.

a) Conserto-incipientes-sessão-censo

b) Concerto-incipientes-sessão-censo

c) Conserto-insipientes-secção-censo

d) Conserto-incipientes-cessão-censo

e) Concerto-incipiente-cessão-senso

46 - (FUVEST-SP) A .......... científica do povo levou-o a ........... de feiticeiros os ............ em astronomia.

a) Insipiência-tachar-expertos

b) Insipiência-taxar-expertos

c) Incipiência-taxar-espertos

d) Incipiência-tachar-espertos

e) Insipiência-taxar-espertos

47 - (PUC-RJ) Preencha as lacunas em s, ss, ç, sç, xc ou x:

a) exigiu ser re...arcido da quantia que havia pago.

b) O perfume da vela re...endia por toda a casa.

c) A e...centricidade era sua característica mais marcante.

48 - (ITA-SP) Examinando as palavras: viajens-gorgeta-maizena-chícara

a) apenas uma está escrita corretamente

b) apenas duas estão escritas corretamente

c) três estão escritas corretamente

d) todas estão escritas corretamente

e) nenhuma está escrita corretamente

49 - (F.C. Chagas-PR) Em seu olhar não havia ............; havia ............ e ...........

a) mágua-escárneo-desprezo

b) mágoa-escárneo-despreso

c) mágoa-escárnio-desprezo

d) mágua-escárnio-desprêso

e) mágoa-escárneo-desprezo

50 - (FUVEST-SP) Indique a alternativa correta:

a) O ladrão foi apanhado em flagrante.

b) Ponto é a intercessão de duas linhas.

c) As despesas de mudança serão vultuosas.

d) Assistimos a uma violenta coalização de caminhões.

e) O artigo incerto na Revista de Ciências foi lido por todos nós

Exercícios sobre Ortografia Parte IV

31 - Complete, usando a forma adequada:

a) Gastaram somas........para reformar a casa. (voltuosas/voltosas)

b) O ........ deputado dirigiu-se aos presentes(eminente/ iminente)

c) Não calculei o ........da sala. (cumprimento/comprimento)

32 - (ITA-SP) Dadas as palavras:

1) reaver, 2) inabilitado, 3) habilidade

Constatamos que está (estão) devidamente grafada(s)

a) apenas a apalavra nº 1

b) apenas a apalavra nº 2

c) apenas a apalavra nº 3

d) todas as palavras

e) nenhuma das palavras

33 - Pedira a..............dos advogados, pois queria estar bem ................no negócia.

a) intercessão-assessorado

b) intercessão-acessorado

c) intersecção-acessorado

d) intersseção-acessorado

e) interseção-assessorado

34 - (F.C. Chagas - PR) Tantas...... constituem ......

a) excessões-previlégio inadimissível

b) excecões-privilégio inadmissível

c) esceções-previlégio inadmissível

d) excessões-privilégio inadimissível

e) exceções-privilégio inadimissível

35 - (OSEC-SP) Marque o conjunto que completa corretamente as lacunas da frase:

a) Perguntei ao João Alves ....... ia e ...... ficaria e ...... eu poderia encontrá-lo.

a) aonde, onde, onde

b) onde, aonde, aonde

c) aonde, onde, aonde

d) onde, aonde, onde

e) onde, onde, onde

36 - (F.C. Chagas-PR) Não tinha ......... para a tarefa; .......... vivia desnorteado, perdido entre .......... e gestos antagônicos.

a) Jeito, por isso, idéias

b) Geito, por isso, idéias

c) Jeito, porisso, idéias

d) Jeito, por isso, idéia

e) Geito, porisso, idéia

37 - (FCMSC-SP) Observar as orações seguintes:

I - Por que não apontas a vendedora por que foste ludibriado ?

II - A secretária não informa por que linha de ônibus chega-se ao exame.

III - Por que será que o governo não sabe o porquê da inflação ?

Há erro na grafia:

a) Na I apenas

b) Em duas apenas

c) Na II apenas

d) Na III apenas

e) Em nenhuma

38 - (F.C. Chagas-PR) Estou ........ de que tais ....... devem ser.........

a) cônscio, privilégios, extintos

b) côncio, privilégios, estintos

c) cônscio, privilégios, estintos

d) côncio, privilégios, estintos

e) cônscio, previlégios, extintos

39 - (UFPR) Complete as lacunas, usando adequadamente mas/mais/mal/mau:

Pedro e João .......... entraram em casa, perceberam que as coisas não estavam bem, pois sua irmã caçula escolhera um .......... momento para comunicar aos pais que iria viajar nas férias; .......... seus dois irmãos deixaram os pais ........ sossegados quando disseram que a jovem iria com as primas e a tia.

a) Mau, mal, mais, mas

b) Mal, mal, mais, mais

c) Mal, mau, mas, mais

d) Mal, mau, mas, mas

e) Mau, mau, mas, mais

40 - (UFPR)

I - O primeiro ofertante .......... o baú no centro da sala.

II - Ao abrir a urna, o rei mostrou-se chocado e, .......... protesto, mandou levar o autor da afronta.

III - Chamado seu consultor, deu-se uma solução prática ao problema e, ........ esse aspecto, saiu-se airosamente.

IV - O rei determinou que o colocassem amarrado ........... o dorso do temido corcel.

a) Pôs-sob-sob-sobre

b) Pôs-sobre-sob-sobre

c) Pois-sobre-sob-sobre

d) Pos-sob-sob-sobre

e) Pôs-sobre-sobre-sob

Exercícios sobre Ortografia Parte III

Exercícios sobre Ortografia Parte III


21 - Preencher a lacuna com "Z" ou "S".

atravé..., esva...iar, estranhe...a, embriague..., cuscu..., coti...ar, cortê..., come...inho, cicatri..., capata..., baixe...a, Qui..., gui...o, desli...ar, gá..., pre...ado, sonori...ar.

22 - (UFCE) Complete com "L" ou "U" as palavras abaixo:

a ...godão, a ...mento, a ...tópsia.

a ...ditivo, a ...tor, a ...gúriu, a ...tomático.

a ...tivo, ca...ças, a ...to-falante, ca...tela.

a...cançar, a ...bumina, a ...queire, a ...tomóvel

23 - Coloque a consoante ou as consoantes certas nos grupos abaixo preenchendo a lacuna com j, g, ss, ç, s, c.

gor...ear, gor...a, ...iló, ...erimum, lo...ista, lison...ear, ...ibóia, gran...eiro.

ál...ebra, ...er...ilim, ...eléia, ele...er, falan...e, li...eiro, ti...ela, estran...eiro.

re...entir, pre...ão, nace...idade, submi...o, progre...o, dí...ílabo, compromi...o, a ....imetria, a .....entar, ave...o, a ...ídio, alví...aras.

24 - Coloque a consoante ou as consoantes certas nos grupos abaixo preenchendo a lacuna com j, g, ss, ç, s, c.

su...eptil, tran...endência, sei...entos, su...tar, rena...imento, o...ilação, com...iência, cre...imento, di...ípulo, acre...entar.

...ope, ...ute, co...ilar, coquelu...e, con...a, en...arcar, fi...a, in...ar, ende...a, ma...ucar.

aflu...o, ane...ar, crucifí...o, cone...ão, fle...ível, into...icar, lé...ico, o...igênio, parado...o, proli...o.

25 - (FUVEST) Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente grafadas:

a) Tecer, vazar, abirígene, tecitura, maisena.

b) Rigidez, garage, dissenção, rigeza, cafuzo.

c) Minissaia, paralisar, extravasar, abscissa, co-seno

d) Abcesso, rechaçar, indu, soçobrar, coalizão

e) Lambujem advinhar, atarraxar, bússola, usofruto.

26 - (CESCEM) Seus planos são:

a) inexeqüiveis

b) ineseqüiveis

c) inezeqüiveis

d) inezequiveis

e) inexsequíveis

27 - (CESCEA) Marque a única opção em que todas as palavras estejam completas com X

a) en...oval, ...ingar, cai...eiro, en...ugar, ...ícara.

b) pu...ar, a .....atar, en...ovia, in...ado, a...incalhar

c) pi...e, dei...ar, en...ugar, ...adrez, bai...o.

d) ...u...n, amei...a, cartu...o, deslei...ada, trou...a.

e) pe...incha, co...a, bro...e, en...ada, en...arcado.

28 - (CESCEA) Marque a opção que preencha as lacunas da frase: Ofendido com a ..... do homem, ..... de ......

a) rispidês, tachou-o, mau-educado

b) rispidêz, taxou-o, mal-educado

c) rispidês, taxou-o, mal-educado

d) rispidez, tachou-o, mal-educado

e) rispidez, taxou-o, mal-educado

29 (MARK) Indique a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.

a) Santos Dumont foi um brasileiro iminente.

b) Os delinqüentes foram pegos em fragrante.

c) Os monges recolheram-se ás suas celas.

d) Devemos ser corretos no cumprimento do dever

30 - (FUVEST) Estava ............. a. ............. da guerra, pois os homens ............. nos erros do passado.

a) eminente-defraglação-incidiram

b) iminente-deflagração-reincidiram.

c) Eminente-comflaglação-reincidiram

d) Preste-comfragração-incidiram

e) Prestes-fragração-recindiram

Exercícios sobre Ortografia Parte II

Exercícios sobre Ortografia Parte II


11 - Use "S" ou "Z", completando as palavras, preenchendo a lacuna.

Mare...ia, Sou...a, cafu...o, co...inhar, Qui...este, a...a, ala...ão, bra...a, va...io, desli...ar, pu..., pi...ar, gui...o, cami...eiro.

12 - Preencha a lacuna com "X" ou "CH".

Me...er, pe...in...a, salsi...a, ri...a, ...u...u, trou...a, ....a...im, fa...o, bo...e...a, ...arope, ...ilindró, gra...a, ca...umba, bro...e, ...ará, ...arco, ...ácara, ...erife, ...eque-mate, ...ale, cartu...eira, en...urrada. fa...ina, en...erto, qua...e, ...avena, pu...ar.

13 - Use "G" ou "J" preenchendo a lacuna.

An...ina, Mo...i, lison...eiro, via...em (verbo), jiu...itsu, ...irau, ...ia, ...erimum, ...ibóia, rabu...ice, here...e, ...im, cafa...este, estran...eiro, an...o, sar...eta.

14 - Use "H", preenchendo a lacuna, quando for necessário:

...epático, ...ombridade, ...emorragia, ...arpa, ...achura, ...erege, ...érnia, ...élice, ...olofote, ...ótia, ...indu, ...ontem.

15 - Preencha a lacuna com "C" ou "Ç" conforme o caso:

ex...e...ão, contor...ão, ma...aneta, mu...urana, so...obrar, tran...a, com...ilio, ...entim, cassa...ão, ...erzir, ...elofone, extin...ão, ...erra...ão, pa...oca, cansa...o, bo...al, baba...u, à be...a.

16 - Preencha a lacuna com "E" ou "I".

Substitu..., mó..., s...quer, quas..., flu..., p...xote, pát...o, pent...ado, pass...ata, ól...o, m...x...rico, pr...vilégio, raviól..., m...x...rica,



17 - Preencha a lacuna com "E" ou "I".

influ..., irr...quieto, ent...ado, constitu..., d...spender, cre...o, cor...ano, confet..., mago..., qu...sito, averigu..., ...nvés, dent....

18 - Use "O" ou "U", preenchendo a lacuna.

...rtiga, táb...a, escap...lir, cam...ndongo, ent...pir, m...strengo, c...ringa, mag...ar, íng...a, pat...á, z...ada, g...ela, b...lir, borb...lhar, ab...lir, estrip...lia, m...ringa, m...lambo, jab...ticaba,

19 - Use "O" ou "U", preenchendo a lacuna.

c...tia, abi..., s...petão, , b...ato, c...stume, b...rb...rinho, b...teco, buss...la, c...rtiça, pir...lito, eng...lir, p...leiro., c...umprido, Man...el, p...lenta, tab...ada, ób...lo, m...ela.

20 - Preencher a lacuna com "Z" ou "S".

capu..., canali...ar, parali...ia, bali...a, ga...olina, framboe...a, avestru..., atró..., corte...ia, atri..., aterrori...ar, pesqui...ar, go...ar, chamari...a, coali...ão, cori...a, xi..., detrá..., fraque...a.

Exercícios sobre Ortografia Parte I

Exercícios sobre Ortografia Parte I


01 - "S" ou "X", preenchendo a lacuna:

e...cusar, au...iliar, e...tranho e...portâneo, se...teto, e...tripar, e...casso, e...plêndido, e...tranho, e...tremo, mi...to, e...ato, e...cursão,

02 -"S" ou "X", preenchendo a lacuna:

e...pectro, e...pensas, e...plícito, se...tilha, e...crutínio, de...treza, Féli..., e...ame.

03 - Preencha a lacuna com: "Ç", "C", " SC", ou "SS".

Regre...o, vi...issitude, suspen...ão, cla...icismo, pan...a, na...ituro, disten...ão, ti...ão, Ju...ara, mo...oró, alví...aras,

04 - Preencha a lacuna com: "Ç", "C", " SC", ou "SS".

sobre...alente, mi...anga, almo...o, pa...oca, ca...arola, a...ucena, sui...o, flore...er, fa...inar, di...ente, norma...o, fal...ário, di...ernir.

05 - Preencha a lacuna com: "Ç", "C", " SC", ou "SS".

re...u...itar, remane...ente, can...ado, retroce...o, fluore...ente, có...ega, ví...era, su...itar, fa...ista, imer...ão, Qui...á, ma...aranduba, ob...essão,

06 - Preencha a lacuna com: "Ç", "C", " SC", ou "SS".

aquie...ência, pia...ava, ab...esso, pê...ego, pre...ágio, né...io, ab...issa, carro...el, baba...u, dan...ar, ob...esso, bú...ola, um...ulmano.

07 -Complete as palavras, preenchendo as lacunas com "J" ou "G".

Adá...io, ...eito, mo...i, ti...ela, tre...eito, an...inho, gor...eta, a....eitar, pa...em, laran...eira, ...inete, re...eitar, can...ica, ultra...e, ferru...em, man...ericão, berin...ela, alei...e,

08 - Complete as palavras, preenchendo as lacunas com "J" ou "G".

fre...e, here...e, man...edoura, ma...estoso, pa...é, la...e, egré...io, a....eitar, falan... e, an...élico, sar...eta, gor...eia, tra...e, ...enipapo, al...ibeira, ma...estade, tra...er.

09 - Use "S" ou "Z", completando as palavras, preenchendo a lacuna.

Rê..., a...ia, adu..ir, ananá..., adeu...inho, atra...ar, ameni...ar, atrá..., atravé..., pesqui...a, cateque...e, go...o, pu...este, xadre..., be...ouro,

10 - Use "S" ou "Z", completando as palavras, preenchendo a lacuna.

re...ende, te..., timide..., ma...ela, gi..., cortê..., retró..., reali...ar, ba...ar, pe...ar, Tere...a, extrava...ar, lambu...ar, verni..., rodí...io,

CONCORDÂNCIA

Você, com certeza, já ouviu “maravilhas” como estas:


Os irmão dele são chato.

As menina ainda não veio.

As flor são bonita.

Nós não sabe se vai ou não.

Infelizmente, muita gente fala dessa forma, até mesmo pessoas que têm uma boa formação escolar. Se bem que boa formação escolar não significa exatamente bom conhecimento do vernáculo, por motivos bastante conhecidos de todos nós.


As regrinhas são bastante simples: o adjetivo, o pronome, o numeral e o artigo têm de concordar com o substantivo (concordância nominal); o verbo tem de concordar com o sujeito (concordância verbal). Se obedecermos a essas regras básicas temos:


Os irmãos dele são chatos.

As meninas ainda não vieram.

As flores são bonitas.

Nós não sabemos se vamos ou não.


CONCORDÂNCIA NOMINAL


Consideremos os seguintes exemplos:


moça bonita moças bonitas

uma laranja duas laranjas

meu irmão meus irmãos

a casa as casas


Nesses exemplos, observe que o adjetivo bonita concorda com o substantivo moça. Na primeira coluna, ambos estão no singular e ambos estão no gênero feminino.; já na segunda coluna, o substantivo moça está no plural (moças) e o adjetivo correspondente está, também, no plural (bonitas). No segundo exemplo, o numeral uma está, evidentemente, no singular, como está, é claro, o substantivo correspondente (laranja); na segunda coluna, o substantivo laranja está no plural, pois há duas laranja. No terceiro exemplo, o pronome possessivo concorda com o substantivo irmão: no singular na primeira coluna e no plural na segunda.. No último exemplo, o artigo definido concorda com o substantivo casa: no singular na primeira coluna e no plural na segunda.


Sem nos aprofundarmos muito no assunto, a fim de não perder tempo, vamos expor, a seguir, algumas regras de concordância nominal muito importantes para nosso dia-a-dia.


1) Quando há um adjetivo determinando dois ou mais substantivos, temos os seguintes casos de concordância:


a) anteposto aos substantivos — concorda com o mais próximo. Ex,:


Bonito caderno e caneta.

Bonita caneta e caderno.

Bonitas flores e vaso.

Bonito vaso e flores.


b) posposto aos substantivos se apenas se referir a este, ou com o conjunto, se se referir a todos os substantivos, conservando, neste caso, o gênero dos substantivos, se estes, evidentemente, forem do mesmo gênero; se os substantivos forem de gêneros diferentes, o adjetivo ficará no masculino plural. Ex.:


Caderno e caneta boa.

Flores e moças bonitas.

Cadernos e lápis bons.(prevalece o masculino plural)

Caneta e caderno bons.

Vasos e flores bonitos.


Ob.: Se os substantivos forem antônimos, o adjetivo deve, obrigatoriamente, ir para o plural. Veja estes dois exemplos:



Amor e ódio eternos.

Dias e noites frios



2) Quando há dois ou mais adjetivos determinando um único substantivo, podem ocorrer os seguintes casos:


a) substantivo precedido de artigo definido no singular faz com que se repita o artigo em todos os adjetivos. Ex.:


O exército inglês, o francês, o alemão, o japonês e o brasileiro.

A bandeira amarela, a verde, a vermelha e a azul.


b) substantivo precedido de artigo definido no plural faz com que não se repita o artigo antes dos adjetivos. Ex.:


Os exércitos inglês, francês, alemão, japonês e brasileiro.

As bandeiras amarelas, verde, vermelha e azul.


Observações importantes: Cabe recordar, nesse caso, as regras básicas de pluralização do adjetivo.

1. Nos adjetivos compostos, só varia o último elemento.

Ex.: olhos verde-claros.

povos latino-americanos.

2. Substantivos usados como adjetivos não sofrem variação.

Ex.: blusas limão

lenços vinho

alunas monstro

camisas amarelo-laranja

mesas verde-montanha.

3. Azul-marinho e azul-celeste são adjetivos invariáveis.

4. A única exceção à regra de pluralização dos adjetivos composto é surdo-mudo, cujo plural é surdos-mudos.



3) Um e outro — Nem um nem outro.

Tais expressões exigem substantivo no singular e adjetivo, se houver, no plural. Veja os exemplos:


Havia naquela escola um e outro aluno aplicados.

Não comprei nem uma nem outra fruta maduras.


4) Numerais ordinais acompanhando substantivos.

Há, nestes casos, três situações a serem observadas:


a) se o numeral vier precedido de artigo, o substantivo vai para o plural ou fica no singular, indiferentemente. Ex.:


O sexto e o sétimo andar (ou andares) do edifício.

A primeira e a segunda série (ou séries) do segundo grau.


b) se não houver repetição do artigo, como no caso acima, o plural será obrigatório. Ex.:

O sexto e sétimo andares do edifício.

A primeira e segunda séries do segundo grau.


c) o plural também será obrigatório se o substantivo vier anteposto ao numeral. Ex.:


Os andares sexto e sétimo do edifício.

As séries primeira e segunda do segundo grau.


5) As expressões seguintes concordam normalmente com os substantivos a que se referem.

· mesmo: Ele mesmo, ela mesma, nós mesmos, eles mesmos.

· próprio: Ele próprio, ela própria, nós próprios, eles próprios.

· só (adjetivo): Eles vieram sós. Ela veio só.

· extra: Horas extras. Hora extra.

· leso: Crime de leso-carnaval. Crime de lesa-pátria.

· anexo: O bilhete segue anexo. Segue anexa a foto. Seguem anexos os documentos.

· incluso: As cartas estão inclusas ao documento. O atestado está incluso ao documento.

· junto: Segue junto o recibo. Seguem juntas as cópias.

· obrigado: Ele disso obrigado. Ela disse obrigada. Eles disseram obrigados (assunto que será analisado mais adiante neste trabalho, em tópico própria, com mais profundidade).

· quite: Estou quite com o imposto de renda. Estamos quites um com o outro. Estamos quites com a Justiça Eleitoral e com o Serviço Militar.

Nenhum: Vocês não são nenhuns coitados e nenhumas criaturas.


Obs.: A palavra mesmo, quando equivale a de fato, é invariável. Ex.:


Eles irão mesmo.

A palavra junto é invariável quando faz parte de uma locução prepositiva, como junto a, junto de, junto com, etc. Ex.:


As filhas ficavam junto às mães.


A expressão “em anexo” é invariável. Ex.:


As cópias seguem em anexo ao presente ofício.


6) Expressões como é preciso, é necessário, é bom (ou semelhantes) não variam quando se subentende um verbo no infinitivo — geralmente o verbo ter. Ex.:


É bom (ter) cautela.

É necessário (ter) atenção à noite.

É preciso (ter) paciência com algumas pessoas.


7) Quando se tratar de locução formada pelo verbo ser seguido de um adjetivo, pode ocorrer dois casos:


a) não variam — quando não há determinante antecedendo. Ex.:

Cerveja é bom.

Entrada é proibido.

Cenoura é bom para a pele.


b) variam — quando há determinante antecedendo. Ex.:

Esta cerveja é boa.

A entrada é proibida.

A cenoura é boa para a pele.

8) Com as palavras caro, barato, meio e bastante, podem ocorrer dois casos:


a) variam — quando ligadas a um substantivo. Ex.:

Blusas caras — carros caros.

Bastantes alunos.

Comi meia maçã — É meio-dia e meia (hora).

Brinquedos baratos.

b) não variam — quando estão ligadas a verbo, adjetivo ou advérbio. Ex.:


Elas estão bastante alegres.

Eles falaram bastante.

Ela está meio rouca.

Esta camisa custa caro.

Aquela calça custa barato.


9) Atenção: as palavras abaixo não variam em hipótese nenhuma:

Alerta è Os soldados estavam alerta.

Menos è Desejamos menos tarefas.

Exceto è Exceto as crianças, todos podem entrar.

Pseudo è Aquela é uma pseudo-estudiosa.

Tirante è Tirante as moças, todas vieram.

Salvo è Salvo as canetas, o restanto já foi comprado.


10) Quando os substantivos são ligados por ou, o adjetivo pode ir para o plural ou ficar no singular. Ex.:

Lápis ou caneta nova.

Lápis ou caneta novos

11) O particípio pode variar e não variar, conforme o caso:


— Não varia: se fizer parte de tempo composto da vos ativa. Ex.:

Ela tem amado.

As mulheres já haviam dado a ordem.

— Variam: se estiver na voz passiva. Ex.:

A loja foi inaugurada hoje.

As frutas serão compradas amanhã.


12) A palavra possível vai para o plural quando as expressões que a antecedem — o mais, o menos, o maior, o menor, o melhor, o pior — têm o artigo no plural. Assim, temos:

O mais — possível.

Os mais — possíveis.


Quero maçãs as mais frescas possíveis.

Quero dez pães o mais fresco possível.

Eles são os mais dedicados possíveis.

As crianças devem ficar o mais afastado possível.

CONCORDÂNCIA VERBAL


Concordância verbal é a concordância do verbo com o sujeito em número e pessoa.


Ex.: Eu amo

Eles amam.

Paulo e Pedro brincam juntos.

Vós falastes.


Vejamos, então, os casos mais específicos.


1) Verbos impessoais.



a) Fazer e estar — quando indicam tempo cronológico ou meteorológico sempre devem ficar na terceira pessoa do singular. Ex.:

Faz invernos rigorosos nesta região.

Está calor.

Faz dez anos que não a vemos.

Faz cinco minutos que ele chegou.


b) Ser — quando indica tempo cronológico ou meteorológico, bem como quando indica distância, deve concordar com seu predicativo. Ex.:


É uma hora.

São duas horas.

É inverno.


Daqui a São José do Rio Preto são cento e noventa quilômetros.

São verões e mais verões sem chuvas.


c) Haver — no sentido de existir ou quando indica tempo decorrido deve sempre ser usado na terceira pessoa do singular. Ex.:


Havia muitas pessoas no local.

Já houve duas guerras mundiais.

Há tempos que não a vejo tão bonita.

Ela mora nesta casa há dez anos.


d) Os verbos que indicam fenômenos da natureza sempre devem ser usados na terceira pessoa do singular. Ex.:

Choveu muito ontem.

Nevou bastante no Rio Grande do Sul no último inverno.


Ob.: Quando tais verbos são usados no sentido figurado, têm, obrigatoriamente, que concordar com o sujeito. Ex.:

Choveram pedras na cabeça deles.


Atenção: quando os verbos impessoais são usados com auxiliares, transmitem a estes a sua impessoalidade. Ex.:


Vai haver festas na cidade em agosto.

Ia fazer dez anos que não nos víamos.

Deve ser uma hora.

Devem ser duas horas.

Devem ser dez quilômetros daqui àquela vila.


3) Verbo SER.


a) Quando o sujeito e o predicativo são nomes de coisa e pertencem a números diferentes, o verbo concorda, de preferência, com o que está no plural. Ex.:

Tudo são flores.

Tua existência são essas ilusões.

Tudo na vida são alegrias.

Esses perfumes são o seu sustento.


Ob.: Quando queremos destacar alguma coisa, chamar a atenção, podemos usar o singular.

Ex.: O mundo é ilusões.

Minha vida é essas duas crianças.


b) O verbo ser concorda obrigatoriamente com o nome de pessoa e com o pronome pessoal., Ex.:

O professor sou eu.

Ele era as esperanças da família.

c) Nas expressões indicativas de quantidade, como é muito, é pouco, é bastante, é suficiente, etc., o verbo ser fica invariável, isto é, no singular. Ex.:

Dois reais é muito

Três quilos é pouco.

Dois meses é suficiente.


d) O verbo ser fica invariável na expressão de realce é que. Ex.:


Nós é que pagamos a conta.

Elas é que deveriam ir à reunião.


4) No português contemporâneo, a locução haja vista é invariável. Ex.:


Haja vista o comportamento das crianças ontem.

Haja vista os critérios por eles adotados na correção das provas.


5) Concordância com sujeito simples.


Se o sujeito for representado por nome coletivo, temos então três construções gramaticais corretas::

· o verbo fica no singular se estiver junto ao sujeito coletivo:

O povo vaiou o político.

A turma gostou da festa.

· o verbo vai para o plural (mas também é correto o singular) quando o sujeito vier acompanhado de adjunto pluralizado:

Um bando de pássaros pousou (ou pousaram) na árvore.

Um grupo de grevistas caminhavam (ou caminhava) com calma.

· se o verbo estiver distanciado do sujeito coletivo, ficará no singular ou irá para o plural, conforme se pretende destacar mais a idéia de todos (singular) ou a presença dos indivíduos m(plural). Gramaticalmente, as duas concordâncias são corretas:

O povo, apesar da luta e resistência, não foi vitorioso (ou não foram vitoriosos).


6) O verbo tem de concordar com os artigos de sujeitos formados por nomes próprios. no plural. Não havendo artigo, o verbo deve ficar no plural. Ex.:


Os Estados Unidos são uma grande potência.

Os Alpes vivem cobertos de neve.

O Amazonas deságua no Atlântico.

Vassouras fica no Estado do Rio.


Ob.: Quando se tratar de obra de arte, de nome de filme, novela ou livro, o verbo pode ficar no singular, mas não há nenhum inconveniente se for empregado no plural. Ex.:

“Os Lusíadas” notabilizou (ou notabilizaram) Camões.

“Os Intocáveis” já saiu (ou já saíram) de cartaz.

Alguns autores afirmam que, em casos como esse, quando o verbo fica no singular, pode haver concordância com um termo implícito. Ex.:

(a obra, o livro) “Os Lusíadas” notabilizou Camões.


7) Quando o sujeito é constituído pelo pronome relativo que, o verbo concorda com o antecedente do pronome. Ex.:


Fui eu que prometi.

Foram eles que prometeram.

Fomos nós que pagamos a conta.


8) Quando o sujeito é constituído pelo pronome quem, o verbo concorda com o termo antecedente ou com o próprio pronome. Ex.:

Fui eu quem falou (ou falei).

Fomos nós quem fez (ou fizemos) a lição.


9) Se o sujeito for representado pelos pronomes qual e quanto (ambos interrogativos) e pelos indefinidos algum, muito, pouco, qualquer, nenhum, etc., seguidos de nós ou vós, temos dois tipos de concordância:

· pronome no singular — verbo no singular (terceira pessoa):

Ex.: Qual de nós será escolhido?

Algum de nós sobreviverá.

· pronome no plural — verbo no plural:

Ex.: Alguns de nós sobreviveremos.

Quais de vós vindes comigo?


Ob.: Também está correta a concordância da seguinte forma:

Alguns de nós sobreviverão.

Quais de vós vêm comigo?


10) Os pronomes de tratamento deixam o verbo na terceira pessoa. Ex.:


Vossa Senhoria está feliz?

Vossas Excelências estão felizes.


11) Expressões quantitativas permitem dois tipos de concordância, sendo que a primeira é, a nosso ver, a mais recomendável, embora a segunda também esteja correta:


a) A maioria das pessoas partiu.


A maior parte dos alunos foi aprovada.


b) A maioria das pessoas partiram.


A maior parte dos alunos foram aprovados.


12) a Expressão “um dos que” permite dois tipos de concordância, sendo que a segunda nos parece a forma mais correta:


a) Ele foi um dos que trabalhou até tarde

Eu fui um dos alunos que entregou o trabalho.


b) Eu fui um dos que trabalharam até tarde.

Eu fui um dos alunos que entregaram o trabalho.


13) As expressões cerca de, obra de, mais de, menos de, perto de têm de concordar sempre com o numeral que as seguem. Ex.:


Cerca de cem pessoas compareceram à solenidade.

Obra de quinhentas pessoas participaram da passeata.

Mais de um carro já caiu naquele buraco (Mais de dois carros já caíram naquele buraco.

Menos de dois candidatos concorrerão ao cargo.

Perto de mil pessoas vaiaram o candidato.


14) Concordância com o sujeito composto.


a) Em relação aos pronomes pessoais, devemos observar a hierarquia das pessoas do discurso:

— a primeira pessoa prevalece sobre a segunda:

Eu e tu saímos

— a segunda pessoa prevalece sobre a terceira, mas aceita-se também como correta a concordância com a terceira pessoa:

Tu e ele saístes.

ou

Tu e ele saíram.



b) Sujeito composto, anteposto ao verbo verbo — verbo no plural:

Maria e José chegaram tarde.

Eu e Maria chegamos ontem.


c) Se o verbo vem antes do sujeito composto, temos duas construções:

· concordância com o elemento mais próximo

Saí eu e os demais alunos da classe.

Passará o céu e a terra.

Nasceu um gato e dois cachorrinhos.

· concordância com o conjunto:

Saímos eu e os demais alunos da classe.

Passarão o céu e a terra.

Nasceram um gato e dois cachorrinhos.


d) O verbo fica no singular:

· quando os sujeitos apresentam gradação de idéias:

São Paulo, o Brasil, o mundo chorou a morte do grande corredor de Fórmula 1.

Um olhar, um gesto, um aceno faz falta na partida.

· quando os núcleos do sujeito são sinônimos:

O rancor e o ódio não conduz a nada.

· quando o sujeito é formado por infinitivos desacompanhados de artigo:

Amar e odiar faz parte da vida.

Andar e nadar faz bem à saúde.



Ob.: Quando o sujeito é formado por infinitivos acompanhados de artigo, o verbo, então, deve ficar no plural. Ex.:

O amar e o odiar fazem parte da vida.

O comer e o beber são necessários à vida.


15) Se temos vários sujeitos resumidos por um pronome indefinido, o verbo fica no singular, concordando, assim, com o termo que o antecede. Ex.:


Dinheiro, mulheres, bebidas, nada o atraía.

A terra, a água, o ar, tudo é importante.


16) O verbo deve ficar no singular se os núcleos do sujeito são antecedidos do pronome indefinido cada ou nenhum. Ex.:


Cada título, cada cheque e cada promissória foi protestada.

Nenhum cidadão, nenhum ser humano faria aquilo.



17) Termos ligados pela preposição com apresentam duas formas de concordâncias.:

— sem vírgula — o verbo fica no plural:

O pai com a mãe levarão o filho à escola.

— com vírgula — o verbo fica no singular:

O pai, com a mãe, levará o filho à escola.


Cuidado: essa regra não é rigorosa, pois, quando queremos enfatizar o primeiro núcleo do sujeito, o verbo deve ficar no singular. Ex.:

O rei com seu ministro governa o país.


18) Com sujeitos correlacionados, o verbo vai para o plural”

Não só o jardim mas também o jardineiro precisavam de cuidados.

Tanto o débito quanto o crédito são importantes.


19) Com termos unidos pela preposição ou, temos os seguintes casos de concordância:


a) se a conjunção ou indicar exclusão, o verbo concorda com o núcleo do sujeito mais próximo:

Pedro ou João será o novo presidente.

O ladrão ou os ladrões não deixaram pistas.

Eu ou ele casará com a noiva.


b) o verbo deve ficar no plural se a idéia por ele expressa se referir a todos os núcleos do sujeito:

Matemática ou Física exigem um raciocínio bem formado.

Fiquei esperando que um ônibus ou um bonde parassem.



20) Quando os sujeitos são constituídos pelas expressões um e outro, nem um nem outro ou nem... nem..., o verbo tanto pode ficar no plural como no singular:

Nem um nem outro compareceu (ou compareceram) à reunião.

Um e outro veio (ou vieram) à reunião.

Nem Roberto nem Paulo chegará (ou chegarão) a tempo.



21) Com a expressão um ou outro, o verbo deve ficar no singular:

Um ou outro aluno tirava boas notas.

Uma ou outra pessoa pode dar lugar à mulher idosa.



Neste ponto, finalizamos a parte dedicada à concordância nominal e verbal, um assunto muito, mas muito importante. mesmo.

PRONOMES DE TRATAMENTO

Dentre os pronomes pessoais, existem os pronomes de tratamento.

Pronomes de tratamento são aqueles que utilizamos no trato cortês e cerimonioso com as pessoas. Os mais empregados em nosso dia-a-dia são você e sua variante vocês, cujas abreviaturas são v. e vv., respectivamente, e senhor e suas variantes senhores, senhora e senhoras, cujas abreviaturas são Sr., Srs., Sr.a e Sr.as. Esses pronomes de tratamento você utiliza diariamente e, temos certeza, eles não lhe acarretam muitas dificuldades. O grande problema, mesmo, são os pronomes de tratamento mais cerimoniosos, aqueles usados nas correspondências comerciais e oficiais. É deles que vamos falar.


As gramáticas e os compêndios tradicionais de nossa língua costumam trazer, em suas páginas, uma relação enorme de pronomes de tratamento. Como não queremos nos alongar muito, vamos abordar aqui aqueles mais utilizados no cotidiano das empresas e das repartições oficiais. São eles:

Vossa Senhoria e a variação Vossas Senhorias, cujas abreviaturas oficiais são V.S.a V.S.as, respectivamente — usado para se dirigir a comerciantes em geral, profissionais liberais, oficiais militares até a patente de coronel, chefes de seção, funcionários públicos em geral, diretores de escolas em todos os níveis, vereadores (com exceção do presidente da Câmara), delegados de polícia, promotores de justiça, presidentes de clubes e associações, etc.;


Vossa Excelência e a variante Vossas Excelências, cujas abreviaturas oficiais são V. Ex.a e V. Ex.as, respectivamente — usada para se dirigir a oficiais militares com patentes superiores à de coronel, deputados, senadores, embaixadores, professores de curso superior, ministros de Estado e de Tribunais, governadores de Estados, secretários de Estado, presidente da República (sempre escrito por extenso), juízes de Direito, prefeitos, presidentes de câmaras de vereadores e outras autoridades de relevo na sociedade.

Essas são as que mais usamos em nosso cotidiano. O caro Leitor poderá encontrar uma relação mais extensa dos pronomes de tratamento nos bons compêndios de nossa língua. O índice bibliográfico, no final deste trabalho, poderá auxiliá-lo a escolher uma boa obra da área de Língua Portuguesa.



Sobre os pronomes de tratamento, convém fazer alguns esclarecimentos:



a) Os únicos pronomes de tratamento que se escrevem com inicial minúscula são você e sua variante vocês.. Os demais, obrigatoriamente, têm de ser grafados com letras iniciais maiúsculas.



b) Os pronomes de tratamento são sempre acompanhados dos possessivos vossa e sua. O primeiro usamos quando nos dirigimos à pessoa (Vossa Excelência está cansado? Vossa Senhoria dormiu bem?); o segundo utilizamos quando nos referimos à pessoa, falamos dela (Sua Excelência está cansado, por isso não veio à festa. Sua Senhoria virá visitá-lo amanhã, com certeza).



c) Cuidado: os pronomes possessivos e oblíquos ficam sempre na terceira pessoa, assim como os verbos. Veja os exemplos que seguem.



Vossa Excelência chegou com seus auxiliares.

Vossa Senhoria pode me dar sua atenção por uns minutos?

Vossa Excelência pode me dizer onde poderei encontrá-lo amanhã.

Vossa Senhoria deve levar sua família ao evento.



CUIDADO: nunca escreva ou diga frases como estas: Vossa Excelência chegou com vossos auxiliares ou Vossa Senhoria poderá levar vossa família... Isso é absolutamente errado.

REGÊNCIA DE ALGUNS VERBOS

ASPIRAR



O verbo aspirar, quando significa pretender, ter como objetivo, é transitivo indireto e pede a preposição a. Ex.:



Todos nós aspiramos a uma vida melhor.

Roberto aspirava a um cargo melhor na empresa.

Irene aspira a um casamento feliz.



É bom observar que, quando o verbo aspirar vem seguido de um infinitivo, o uso da preposição a é facultativo. Ex.:



Juvêncio aspirar a ficar rico ou

Juvêncio aspira ficar rico.

Regina aspira a formar-se em Medicina ou

Regina aspira formar-se em Medicina.



Quando o verbo aspirar significa cheirar, respirar, sorver, é transitivo direto. Ex.:



Edson aspira o ar frio da serra.

Eliana adora aspirar o perfume das flores de seu jardim.



ASSISTIR



Muita gente fala: assistir um filme, assistir um jogo, mas não é essa a forma correta. O verbo assistir, quando significa ver ou presenciar alguma coisa, é transitivo indireto e pede a preposição a. Ex.:



Assisti ao jogo.

Só assisto a filme de ação.

Fui assistir ao show do Gilberto Gil.



É bom observar que, nesse caso, só cabe o emprego do pronome tônico a ele (ou suas variações), e não do pronome átono lhe (ou suas variações). Portanto, devemos sempre construir desta forma:



Disseram que o jogo de ontem foi bom, mas não pude assistir a ele.

Esses filmes são muito violentos; não gosto de assistir a eles.

A novela das oito está muito boa. Você assiste a ela todos os dias.



Cuidado: nunca, mas nunca mesmo, use o verbo assistir, com sentido ver, de presenciar, desta forma: assisti-lo, assisti-los, assisti-la, assisti-las, você a assiste, você o assiste, etc., pois é absolutamente errado em textos, redações, etc. Siga, para sua segurança, os modelos acima (assistir a ele, etc.).

2) Por outro lado, o verbo assistir, quando significa prestar socorro, assistência, é transitivo direto, dispensando, portanto, a preposição a. Ex.,:



O médico prontamente assistiu o rapaz acidentado.

Os auxiliares estão assistindo o professor na aplicação das provas.

Dois advogados assistem o acusado.

Contratei o Dr. Pedro para assisti-lo na defesa

Maria sentiu-se mal, mas os médicos não a assistiram prontamente.



Não há, contudo, nenhuma impropriedade em construirmos assim:



Os médicos assistem ao acidentado.

Dois advogados assistem ao acusado.





OBEDECER



Você obedece os pais ou obedece aos pais?

Se você obedece aos pais, está agindo corretamente, pois o verbo obedecer é transitivo indireto e pede a preposição a, pois quem obedece, obedece a alguém ou a alguma coisa. O mesmo ocorre com o verbo desobedecer. Portanto:



Fernando obedece rigorosamente às leis do trânsito.

Não desobedeça a seus pais, menino.

Quero que você lhe obedeça sempre.

Vou obedecer ao regulamento interno.



RESPONDER



Você responde o questionário ou responde ao questionário?

É isso aí! O verbo responder pode a preposição a. Portanto:

Eu respondi ao questionário.

Eu procuro responder às perguntas que me fazem.

SUBSTANTIVO.

Preste atenção na oração abaixo:

Fui ao cinema, li um livro e comi um doce.

As palavras em destaque são denominadas substantivos.

Afinal, o que é um substantivo?

Substantivo são palavras que dão nome aos seres.

Os substantivos podem ser comuns ou próprios, simples ou compostos, primitivos ou derivados, concretos ou abstratos.

Substantivos comuns — os que designam seres da mesma espécie.

Ex,: menino, casa, cavalo, cidade, país, palhaço, livro, etc.

Substantivos próprios __ são os que se aplicam a um ser em particular.

Ex.: Deus, Brasil, Pereira Barreto, Pedro, José, Machado de Assis, Estados Unidos, etc.

Substantivos simples __ aquele que é formado por um só radical.

Ex.: pombo, couve, correio, flor, pé, papel, moleque, moeda, etc.

Substantivos compostos __ são aqueles formados por mais de um radical.

Ex,: pombo-correio, couve-flor, pé-de-moleque, papel-moeda, etc.

Substantivos primitivos __ são os que não derivam de outra palavra de nossa língua.

Ex.: pedra, ferro, dente, etc.

Substantivos derivados __ são aqueles que derivam de outras palavras.

Ex.: pedreira, ferreiro, dentista, etc.

Substantivos concretos __ são os que designam seres de existência real ou que nossa imaginação nos apresenta como reais.

Ex.: mulher, peixe, casa, alma, Deus, pedra, lobisomem, etc.

Substantivos abstratos __ são aqueles que designam qualidades, sentimentos, ações e estado dos seres; são coisas que não existem no mundo exterior, ou seja, são seres que só estão presentes em nossa consciência.

Ex.: amor, paz, felicidade, tristeza, beleza saudade, rapidez, brancura, viagem, fuga, vida, etc.



Obs.: Certos substantivos próprios podem, dependendo do caso, tornar-se comuns: chapéu panamá, fumar um havana (charuto), tornar-se um ícaro (grande aviador), ser um judas (traidor), etc.

Não podemos nos esquecer que entre os substantivos comuns temos os coletivos, que, embora estejam no singular, designam seres da mesma espécie. Os coletivos podem ser específicos (designam sempre seres da mesma espécie: arquipélagos, biblioteca, etc.) e não-específicos (designa ora esta, ora aquela espécie de seres: junta __ de médicos, de examinadores; manada __ de elefantes, de cavalos, de búfalos, etc.).



PALAVRAS SUBSTANTIVADAS



Palavras de outras classes gramaticais podem ser substantivadas, isto é, podem transformar-se em substantivo. Para tanto, basta que se lhes anteponha o artigo. Ex.:



O caminhar faz bem à saúde

Diga-me o porquê de sua atitude

Não troque o certo pelo duvidoso

.

FLEXÃO DO SUBSTANTIVO



Flexionam-se os substantivos em gênero, número e grau..

Gênero é a propriedade que têm as palavras de indicar o sexo real ou fictício dos seres. Em nossa língua, são dois os gêneros: masculino e feminino. Dizemos que em português porque em algumas línguas, como o latim, o grego e o inglês, há um terceiro gênero: o neutro, inexistente em nossa língua.

Claro está que, para os nomes de seres vivos, o gênero geralmente corresponde ao sexo do indivíduo; quando se tratar, contudo, de seres inanimados, o gênero é especificado por mera convenção.

São masculinos os substantivos aos quais antepomos os artigos o e os, um e uns; são femininos os substantivos aos quais antepomos os artigos a, as, uma e umas.

A oposição masculino/feminino se realiza normalmente de três formas:

a) flexionando-se o substantivo masculino:

filho/filha, mestre/mestra, leão/leoa, etc.

b) acrescentando-se ao masculino a desinência -a ou um sufixo feminino:

autor/autora, deus/deusa, cônsul/consulesa, etc.

c) utilizando-se uma palavra feminina com radical diferente:

homem/mulher, pai/mãe, boi/vaca, etc.

No último caso, não podemos dizer com propriedade que mulher é feminino de homem, nem que vaca é feminino de boi, pois o feminino é uma desinência, uma flexão. Não é exatamente isso que ocorre nesses casos. Temos, na verdade, palavras com radicais diferentes> Nesses casos os substantivos são heterônimos. Eis, a título de ilustração, alguns exemplos:



o cavalheiro a dama

o cupim a arará

o genro a nora



Ob.: As boas gramáticas costumam trazer em suas páginas relações de substantivos com as respectivas flexões de gênero, inclusive os heterônimos, assim como os bons dicionários trazem o gênero feminino dos substantivos. Convêm sempre consultá-los.



SUBSTANTIVOS UNIFORMES



Substantivos uniformes são aqueles que não mudam de forma para indicar o gênero a que pertencem. Podem ser: epicenos, sobrecomum e comum-de-dois (ou comum de dois gêneros).

Substantivos epicenos são aqueles que designam certos animais e têm um só gênero, quer se refiram a macho ou fêmea. Ex.: o jacaré (macho ou fêmea) e a cobra (macho ou fêmea).

Quando queremos indicar precisamente o sexo, temos de usar as palavras macho e fêmea. Ex.:



a onça macho o jacaré fêmea

a onça fêmea o jacaré macho

o peixe fêmea o peixe macho

a capivara macho a capivara Fêmea



Os substantivos sobrecomuns designam pessoas e têm um só gênero, quer se refiram a homem ou mulher. Ex,:



a criança (menino ou menina)

a testemunha(homem ou mulher)

o cônjuge (homem ou mulher)

a vítima (homem ou mulher)

Os substantivos comum-de-dois (ou comum de dois gêneros) possuem uma só forma; são femininos quando se referem a mulheres e masculinos quando se referem a homens. Distinguimos-lhes o gênero por meio do artigo ou adjetivo que os acompanham. Ex,:



o colega a colega

o motorista a motorista

o estudante a estudante

um repórter uma repórter

um artista uma artista

um dentista uma dentista



SUBSTANTIVOS DE GÊNERO INCERTO



Inúmeros substantivos existem de gênero incerto ou flutuante. Mesmo os grandes escritores ora os apresentam como masculinos, ora como feminino. Não são poucos os casos que suscitam dúvidas. O que causou mais polêmica recentemente foi a palavra cólera ou cólera-morbo (doença infecciosa). A maioria dos autores afirmam categoricamente que cólera é substantivo feminino — a cólera —, a imprensa insiste em disseminar “o cólera”, para desespero dos gramáticos. Outros casos interessantes são diabetes (ou diabete), preferencialmente, a nosso ver, no masculino — o diabetes ou o diabete; trama, preferencialmente, a nosso ver, no feminino — a trama.

A palavra personagem é indistintamente usada nos dois gêneros. Ex.:



Aquela novela tem muitas personagens

Os personagens daquele filme são muito loucos.



Substantivos há que, posto tenham o gênero definido, são muitas vezes empregados incorretamente. Por essa razão, cumpre-nos esclarecer o gênero correto de alguns substantivos:



MASCULINO
FEMININO

o eclipse
a derme

o dó (pena, compaixão)
a omoplata

o sósia
a pane

o herpes
a gênese

o clarinete
a libido

o champanha
a cal




Muitos substantivos têm um significado no masculino e outro no feminino.

Ex.: o cabeça (chefe a cabeça (parte do corpo)

o capital (dinheiro) a capital (cidade)

o grama (unidade de medida) a grama (relva)

o lente (professor) a lente (disco de vidro)

o moral (ânimo) a moral (honestidade, ética)



FLEXÃO DO SUBSTANTIVO — NÚMERO



Em nossa língua há dois números gramaticais: singular e plural.

O singular indica um ser ou grupo de seres. Ex.: casa, ave, bando, etc.

O plural indica mais de um ser ou grupo de seres. Ex.: casas, aves, bandos, etc.

1) A indicação do plural geralmente se faz pelo acréscimo da desinência s à forma do singular.

Ex,: sapato ® sapatos

mestre ® mestres

aluno ® alunos



2) Os substantivos terminados em -al, -el, -ol e -ul fazem o plural da seguinte forma:

o jornal ® os jornais

o pastel ® os pastéis

o anzol ® os anzóis

o paul ® os pauis



3) Os substantivos terminados em -il fazem o plural da seguinte forma:

a) se a palavra for oxítona: o funil ® os funis

b) se a palavra for paroxítona: fóssil ® fósseis



4) Os substantivos terminados em -r e -z fazem o plural com o acréscimo de -es.

Ex,: o pastor ® os pastores

a cruz ® as cruzes



5) Os substantivos terminados em -n fazem o plural com o acréscimo de -es ou -s, sendo que a última forma é mais usada.

Ex.: o hífen ® os hífenes ou hifens



6) Os substantivos terminados em -ão podem fazer o plural de três formas:

a) com o acréscimo de s.

Ex.: o órfão ® os órfãos.

b) com a transformação de -ão em -ães.

Ex.: o alemão ® os alemães.

c) com a transformação de -ão em -ões.

Ex.: o leão ® os leões.



Ob.: Os aumentativos fazem o plural em -ões: casarões, homenzarrões, etc.



7) Os substantivos oxítonos terminados em s fazem o plural pelo acréscimo de -es.

Ex.: o francês ® os franceses.

o país ® os países



Ob.: Quando são oxítonos, os substantivos terminados em -s permanecem inalterados no plural, como em lápis (os lápis) e tênis (os tênis).



8) Os substantivos terminados em -x não se alteram no plural.

Ex.: 0 tórax ® os tórax.



9) Como já vimos no final da parte dedicada ao estudo da Fonética, alguns substantivos, além da desinência -s, trazem como marca a passagem do o fechado (ô) para o o aberto (ó) na pronúncia. Esse caso, como já expusemos, é conhecido como plural metafônico (meta = mudança; fonia = som).

Ex.: o posto ® os postos.

o osso ® os ossos.



10) Há substantivos que só se usam no plural ou no singular.

Ex,: a fé, a caridade, os pêsames, etc.



11) Há substantivos que mudam de sentido caso sejam empregados no plural ou no singular.

Ex.: A féria hoje foi pequena (a féria = lucro, ganho)

As férias escolares começam hoje (as férias = período de descanso).



Ob.: Quando o diminutivo do substantivo é formado com os sufixos -zinho ou -zito, o s do plural do substantivo primitivo desaparece: animalzinho ® animais ® animaizinhos, cãozinho ® cães ® cãezinhos, etc.



PLURAL DOS SUBSTANTIVOS COMPOSTOS



1) Quando o substantivo composto não é separado por hífen, o plural se faz geralmente com o acréscimo da desinência s.

Ex.: os passatempos, os vaivéns, os pontapés, etc.

2) Quando, no entanto, os substantivos compostos são unidos por hífen, temos os seguintes casos:

a) Variam todos os elementos se forem substantivos, adjetivos e/ou numerais.

Ex,: os cartões-postais, os cartas-circulares, os boas-vidas, as couves-flores, os amores-perfeitos, as públicas-formas, as terças-feiras, etc.

ATENÇÃO: em certos substantivos compostos, formados por substantivo + substantivo, o segundo elemento pode aparecer com a finalidade de limitar a idéia contida no primeiro elemento, indicando semelhança, tipo, finalidade. Nesses casos, podemos flexionar apenas o primeiro elemento, como nestes exemplos: as bananas-maçã, os salários-família, os decretos-lei, os papéis-moeda, etc.

À vezes, contudo, torna-se muito difícil, mesmo para um estudioso de nosso idioma, saber quando realmente o segundo elemento exerce ou não a função de limitar a idéia contida no primeiro elemento. Assim sendo, recomendamos a variação para ambos os elementos: as bananas-maçãs, os salários-famílias, os decretos-leis, os papéis-moedas, etc.



b) Apenas o segundo elemento vai para o plural quando:

· o primeiro elemento é um verbo ou palavra invariável.

Ex.: os abaixo-assinados, os arranha-céus, os guarda-roupas, os vice-prefeitos, etc.

· o substantivo é composto por palavras repetidas ou onomatopaicas.

Ex.: os reco-recos, os tico-ticos, os quero-queros, etc.

· o primeiro elemento é grão- ou grã-, seguido de substantivo.

Ex.: os grão-mestres, as grã-cruzes, etc.

c) Apenas o primeiro elemento vai para o plural quando forem legados por preposição.

Ex.: os pés-de-moleque, os pães-de-ló, mãos-de-obra, etc.

d) Os dois elementos ficam invariáveis quando o substantivo é composto de verbos de sentidos opostos ou de palavras que não admitem flexão.

Ex.: os leva-e-traz, os bota-fora, os saca-rolhas, etc.



PLURAL DAS PALAVRAS SUBSTANTIVADAS



As palavras substantivadas, isto é, palavras de outras classes gramaticais usadas como substantivos, apresentam no plural as flexões próprias deste último.

Ex.: Ouviram-se os prós e os contras.

Temia ouvir os nãos costumeiros.

Para não pairar dúvidas, fez a prova dos noves.

Ouvimos os vivas bradados pelos rapazes.



PLURAL DOS NOMES PRÓPRIOS.



A imprensa, de modo geral, consagrou o hábito de não pluralizar os nomes próprios personativos. É comum vermos nos jornais ou ouvirmos nos programas de rádio e de televisão: os Oliveira, os Silva, etc. Na página 126 da edição de 14/6/95 de uma conceituada revista semanal de informação, pode-se ler, por exemplo, o seguinte subtítulo: “A história dos Lima, uma família de músicos gaúchos que fazem sucesso pelo mundo tocando clássicos”. O mais preocupante é que o manual de redação de um jornal paulista, de grande circulação, com mais de cem anos de existência, aconselha a pluralizar os prenomes (“...as Martas, as Tarcilas, os Pedros, os Josés...”), mas, curiosamente, aconselha a manter invariáveis os sobrenomes (“...os Matarazzo, os Partinari, ,os Almeida Prado, dois Nobel, os Kennedy”). Não bastassem essas asnices, o organizador e editor do referido manual de redação teve ainda a infelicidade de escrever que, pelas normas oficiais os sobrenomes “admitem” o plural. É lamentável que alguns órgãos de imprensa queiram inventar as suas próprias regras gramaticais. Quem perde com isso é o leitor e o próprio jornal.

Que fique bem claro: os nomes próprios de pessoas, inclusive os sobrenomes, devem (eu disse DEVEM) ser pluralizados normalmente, a exemplo do que ocorre com os substantivos comuns. Os nomes próprios estrangeiros devem (eu disse DEVEM) ser pluralizados com o acréscimo de um s. É isso que diz a regra a respeito. O resto é invenção, pura invenção.

Vale a pena transcrever aqui o que diz o Prof. Luiz Antonio Sacconi em seu livro NÃO ERRE MAIS (8.a edição, pág. 81): “Eça de Queiroz é autor de ‘Os Maias’ (e não de ‘Os Maia’), Em São Paulo existe a Rua dos Gusmões e a Rua dos Andradas. Camões escreveu: os Afonsos, os Almeidas”. Alguma dúvida, caro Leitor?

Se o nome próprio terminar em s ou em z, fica invariável.

Ex.: os Vaz, os Quadros, os Gonçalves, os Diniz, os Rodrigues, etc.

Como já dissemos acima, os nomes e sobrenomes estrangeiros pluralizam-se acrescentando-se-lhes um s no final, exceto quando já terminarem em z ou s, casos em que ficam invariáveis.

Ex.: os Kennedys, os Sadats, os Reagans, os Bopps, os jazz, etc.

Os nomes e sobrenomes compostos só têm o primeiro elemento variável.

Ex,: os Luíses Antonio. os Almeidas Prados, os Arrudas Sampaio, as Marias Antonieta, etc.

Se houver a conjunção e, ambos os elementos devem ser pluralizados.

Ex.: os Andradas e Silvas, os Almeidas e Albuquerques, etc.

Para finalizar este assunto, convém apresentar aqui alguns exemplos de autores consagrados de nossa literatura, transcritos pelo Prof. Domingos Paschoal Segalla em sua NOVÍSSIMA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA (34.a edição, pág. 127):

“A poesia vulgar, mormente na pátria dos Junqueiras, dos Álvares de Azevedo, dos Casimiros de Abreu e dos Gonçalves Dias, é um pecado publicá-la.” (Camilo Castelo Branco)

“Os Ataídes de Azevedo são, na verdade, encantadores.” (Ciro dos Anjos)

“É impossível que os Monizes não fugissem da casa assim que principiou o fogo.” (Camilo Castelo Branco)

Repare que, no último exemplo, Camilo Castelo Branco rompe os limites das regras acima expostas e pluraliza também o sobrenome Moniz, que, em rigor, deveria ficar no singular.

Não cremos que Camilo Castelo Branco e Ciro dos Anjos estivessem errados.

Cuidado com os manuais de redação de jornais!





FLEXÃO DO SUBSTANTIVOS — O GRAU



Grau do substantivo é a propriedade que essa pa,avra tem de exprimir a variação do tamanho dos seres. São dois os graus do substantivos: aumentativo e diminutivo.

FORMA NORMAL
AUMENTATIVO
DIMINUTIVO

Gato
Gatão
Gatinho

Casa
Casarão
Casinha




Esse processo de graduação de significado pode ocorrer por dois meios:

a) pelo emprego de sufixos apropriados (processo sintético).

Ex,: casinha, chuvisco, papelzinho, etc.

b) pelo uso de adjetivos (processo analítico).

Ex,: casa pequena, boca enorme, etc.



É interessante observar que nem sempre o uso de sufixos aumentativos ou diminutivos implica a idéia de tamanho. Muitas vezes, eles podem emprestar ao substantivo sentido carinhoso, afetivo ou, então, pejorativo ou irônico, como nestes exemplos:



Você é um velhinho legal!

Gosto de seu jeitinho.

Ela é uma mulherzinha linguaruda.

Mas que homenzinho covarde!



Além disso, deve-se ressaltar que há substantivos que não expressam necessariamente noção de tamanho, como em cartão, portão, cartilha, etc.



PRINCIPAIS SUFIXOS AUMENTATIVOS

-aça (barcaça, -aço (balaço). -alha (fornalha), -alhão (vagalhão), -anzil (corpanzil), -ão (garrafão), -arão (casarão), -aréu (fogaréu). -arra (bocarra), -arrão (gatarrão), -az (lobaz), -ázio (copázio), -eirão (vozeirão), -ona (mulherona), -uça (dentuça), -udo (narigudo), -(z)arrão (homenzarrão).

PRINCIPAIS SUFIXOS DIMINUTIVOS

-cho (riacho), --(c)ulo(a) (versículo), --eco (livreco), --ejo (lugarejo), -ela (ruela), -elho (rapazelho), -eta (saleta), -eto (poemeto), -icho(a) (barbicha), -ico (namorico), -im (flautim), -inho(a) (dedinho), -isco (chuvisco), -ito(a) (cabrito), -ola (bandeirola), -ota (ilhota), -ote (saiote), -únculo(a) (questiúncula), -zinho(a) (florzinha), -zito(a) (pezito).

ORTOGRAFIA — COMO ESCREVER CERTO?

Do grego orthographia (escrita correta), a ortografia é a parte da Gramática que trata do uso correto das letras e dos sinais gráficos na língua escrita. Em nosso idioma, fazemos uso, na comunicação escrita, de letras, sinais diacríticos e sinais de pontuação.

O sistema ortográfico vigente em nosso país foi elaborado pela Academia Brasileira de Letras, em 1943, que, em virtude da Lei Federal n.o 5.765, de 18 de dezembro de 1971, vigente a partir de 09 de janeiro de 1972, sofreu algumas alterações no que se refere às regras de acentuação gráfica das palavras.

Nosso alfabeto, que é o conjunto de símbolos gráficos (grafemas) que utilizamos para transcrever a maioria dos sons da linguagem articulada, compõe-se, atualmente, de 23 letras. São elas: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, o, p, q, r, s, t, u, v, x e z..

A letra h não tem valor fonético, pois não representa som nenhum, sendo, portanto, denominada letra muda.

Você __ como a maioria das pessoas __ já teve dúvidas quanto à grafia de determinadas palavras. Muito dificilmente você encontrará alguém que não as tenha tido. Ocorre que nosso sistema ortográfico está fortemente vinculado à etimologia, isto é, à origem das palavras. Cerca de 80% das palavras de nossa língua vieram do latim, aproximadamente 15%, do grego e o restante, de outros idiomas (alemão, inglês, italiano, espanhol, francês, árabe, japonês, chinês, sânscrito, hindi, línguas africanas, indígenas, etc.). Teoricamente, para que uma pessoa domine com absoluta segurança a ortografia de nossa língua, é preciso que ela conheça profundamente todos ou a maioria desses idiomas.

Calma! Não é preciso chegar a tanto. Há outros meios mais fáceis. A maneira mais simples, prática e objetiva de adquirir um bom conhecimento de ortografia é ler e escrever bastante, ver as palavras, familiarizar-se com elas. E sempre que tiver dúvida quanto à grafia desta ou daquela palavra, não seja orgulhoso nem preguiçoso: consulte um bom dicionário. Não “chute” na hora de escrever a palavra, nem “fuja” dela; tenha o bom senso e __ por que não dizer? __ a humildade de consultar um dicionário, um bom dicionário.

Apenas a título de ilustração, vamos arrolar a seguir algumas regras de fácil memorização, que lhe serão muito úteis:





EMPREGO DE X E CH



1) Grafa-se x depois de ditongos.

Ex.: abaixo, ameixa, caixa, peixe, queixo, trouxa, etc.

Exceções: caucho e seus derivados, como recauchutar e recauchutagem.

2) Grafa-se x depois de en-.

Ex.: enxada, enxame, enxertar, enxerto, enxurrada, enxofre, enxoval, enxotar, etc.

Atenção: se, contudo, houver o prefixo en- + palavra iniciada por ch, claro está que se deve grafar com ch.

Ex.: encharcar (de charco), enchente (de cheio), enchiqueirar (de chiqueiro), etc.

A palavra enchova, posto que seja grafada com ch, foge a essa regra.



EMPREGO DE -EZ(A) E -ÊS/-ESA



1) Grafa-se -e, -esa quando for substantivo concreto, que indica origem, nacionalidade, posição social, títulos honoríficos, etc.

Ex.: burguês (de burgo), camponês (de campo), japonês (de Japão), marquesa, princesa, etc..

Exceção: tez (pele) e xadrez.

2) Grafam-se também com -ês ou -esa os adjetivos derivados de substantivos concretos.

Ex.: burguês (de burgo), cortês (de corte), milanês ou milanesa (de Milão, na Itália), montanhês (de montanha), etc.

3) Os substantivos abstratos, derivados de adjetivos, geralmente são grafados com -ez ou -eza.

Ex. acidez (de ácido), altivez (de altivo), avidez (de ávido). aridez (de árido). beleza (de belo). dureza (de duro), braveza (de bravo), leveza (de leve), fineza (de fino). natureza (de natural), magreza (de magro), etc.



-IZA OU -ISA?



Os substantivos femininos terminados em -isa são grafados sempre com s.

Ex.: poeta/poetisa, papa/papisa, profeta/profetisa, sacerdote/sacerdotisa, etc.



-IZAR OU -ISAR?



Os verbos terminados em -izar e -isar seguem os seguintes critérios:

a) Quando o substantivo correspondente ao verbo traz is + vogal, deve ser grafado com -isar.

Ex.: aviso/avisar, paralisia/paralisar, friso/frisar, análise/analisar, pesquisa/pesquisar, etc.

Exceções: iris/irisar e bis/bisar.

b) Quando o verbo cujo substantivo correspondente não traz is + vogal, deve ser grafado com -izar.

Ex.: economia/economizar, humano/humanizar, catequese/catequizar, fiscal/fiscalizar, etc.



CASOS DIVERSOS





1) O sufixo -oso ou -osa sempre se grafa com s.

Ex.: amor/amoroso, chuva/chuvosa, gosto/gostoso ou gostosa, etc.

2) Os verbos usar, pôr e querer não possuem formas com z, portanto: uso, usei, usou; quis, quisesse, quiseram; pus, pusesse pusemos, etc.

3) Os verbos terminados em -uir têm suas formas das 2.a e 3.a pessoas do presente do indicativo grafadas com i. Exemplos:









possuir ® tu possuis

ele possui

contribuir ® tu contribuis

ele contribui

influir ® tu influis

ele influi



4) Os verbos terminados em -ir têm suas formas da 2.a e da 3.a pessoa do presente do indicativo terminadas em e. Exemplos:



reunir ® tu reúnes

ele reúne

partir ® tu partes

ele parte

acudir ® tu acodes

ele acode





5) Os verbos terminados em -uar e -oar têm suas formas de 1.a, 2.a e 3.a pessoas do presente do subjuntivo grafadas em e. Exemplos:





abençoar ® que eu abençoe

que tu abençoes

que ele abençoe

magoar ® que eu magoe

que tu magoes

que ele magoes

continuar ® que eu continue

que tu continues

que ele continue

efetuar ® que eu efetue

que tu efetues

que ele efetue

recuar ® que eu recue

que tu recues

que ele recue





VERBOS TERMINADOS EM -EAR



1) Os verbos terminados em -ear recebem um i nas formas rizotônicas, ou seja, aquelas cujo acento prosódico se localiza no radical. Exemplos:







recear ® eu receio

tu receias

ele receia

eles receiam

que eu receie

que tu receies

que ele receie

que eles receiem

















frear ® eu freio

tu freias

ele freia

eles freiam

que eu freie

que tu freies

que ele freie

que eles freiem





As formas arrizotônicas desses verbos, cujo acento prosódico está fora do radical, não trazem i, como podemos verificar nos exemplos abaixo:





recear ® nós receamos

vós receais

que nós receemos

que vós receeis

ele receava

tu receavas



Também não recebem i o particípio receado, o gerúndio receando e o adjetivo receoso.

O verbo frear segue o mesmo paradigma.

DA TEORIA À PRÁTICA

Vamos propor-lhe agora alguns testes, ou seja, alguns exercícios, para que você averigúe seus conhecimentos de nossa língua.



1) Inicialmente, tente passa para o plural as seguintes frases:



O chapéu do coronel é de papel.

Comprei um limão, mas Maria comprou dois __________.

O cidadão cumpre seu dever.

Ele é um boa-vida.

Ela adora pé-de-moleque.



2) Qual o sujeito da oração abaixo?



Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante.



3) Conjugue, no presente do indicativo, os seguintes verbos: aguar, nomear, precaver, requerer, abolir e falir.A



4) Conjugue o verbo pôr no pretérito imperfeito e no futuro, ambos do subjuntivo. Vamos até facilitar as coisas para você.



Pretérito perfeito do subjuntivo Futuro do subjuntivo

Se eu Quando eu

Se tu Quanto tu

Se ele Quando ele

Se nós Quando nós

Se vós Quando vós

Se eles Quando eles



5) Conjugue o verbo intervir no pretérito perfeito do indicativo.



6) Complete os espaços em branco com por que, por quê, porque ou porquê, conforme o caso.

a. Eliana não foi à escola ___________está doente.

b. Não sei ___________Eliana não foi à escola hoje.

c. ____________vocês brigaram com Paulo?

d. Nós brigamos com Paulo __________ele é muito teimoso.

e. Elas fizeram isso __________?

f. Não sabemos o __________ de toda essa confusão.

g. Regina, você não foi à festa __________, minha filha?

h. Vocês foram a São Paulo ___________estradas?

i. Não fui à festa de seu aniversário ___________estava chovendo muito.

j. Você fez isso ___________? _____________eu quis.



7) Assinale com um “x” as palavras que estão grafadas corretamente.

( ) gostozo ( ) bem-vindo ( ) mal-me-quer ( ) malmequer

( ) cabelereiro ( ) dignitário ( ) espontâneo ( ) previlégio



8) Acentue corretamente as palavras abaixo, quando necessário.

caixa — linguiça — bebado — rubrica — alcool — interim — heroi

por (verbo) — por (preposição) — para (preposição) — para (verbo).



9) Nas frases abaixo, coloque o acento grave (sinal indicativo de crase) quando necessário.



Fui a festa do aniversário de Rosa.

Não costumo ir a bailes.

Solange não deu nenhuma atenção aquele rapaz.

Fui a Brasília encontrar-me com alguns deputados.

Pedro e João foram a Bahia na semana passada.

Maurício escreve a Machado de Assis.



10) Todas as frases abaixo têm pelo menos um erro gramatical. Reescreva as frases, corrigindo-as.



Paulo você não está afim de ir no jogo.

Não sei por que vocês não interviram no caso.

Ana Maria, formou-se em Medicina.

Não assisti o jogo do Brasil.

Sou professor, tendo formado-me em 1980.

Aluga-se casas.

Sei apenas que encontraram-se pouco antes de casarem.

Tratam-se de pessoas indôneas.

Segundo Roberto as moças foram para casa cedo.

O assunto foi discutido a nível de diretoria somente.

OS PORQUÊS.

Quando devemos escrever por que, por quê, porque e porquê?


Por que deve ser usado em três situações:

a) quando equivale pelo qual, pela qual, pelos quais e pelas quais:

São essas as razões por que a demiti

É difícil a situação por que passam eles



2) quando equivale a por que motivo:

Não sei por que (motivo) você fez isso.

Por que (motivo, razão) você fez isso?



3) quando equivale a por qual ou por quais:

Você sabe por que estrada eles foram?

Não sei por que estradas eles poderiam ter seguido.

Quando em final de frase ou antes de pausa forte, o que tem de ser acentuado:

Você fez isso por quê?

Você fez isso por quê, meu Deus?



Porque é usado nos demais casos, quando é conjunção:

Venha, porque fazemos questão de sua presença.

Ela chorou só porque a criticaram.

Por que você não foi ao cinema? Porque estava chovendo

Por que você fez aquilo? Porque eu quis.

A conjunção porque aparece, às vezes, substantivada, como equivalente a motivo, razão, etc.; nesse caso, recebe acento, pois torna-se um substantivo, sendo também sempre precedido de artigo.

Não sei o porquê daquilo tudo.

Até hoje, não sei um porquê de tudo aquilo.

Ninguém sabe todos os porquês.

ADJETIVO

Consideremos os exemplos abaixo.


Homem magro.

Mulher bonita.

Livro preto.

Ela é uma linda menina.

Rapaz inteligente.


As palavras em itálico são adjetivos.

Adjetivos são, portanto, palavras que têm como função modificar os substantivos, indicando-lhes qualidade, modo de ser ou aparência. Como bem definiram os Prof.s Celso Cunha e Lindley Cintra, em sua GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS CONTEMPORÂNEO, 2.a edição, à página 238), o adjetivo é “essencialmente um modificador do substantivo”.


Os adjetivos podem ser uniformes e biformes e simples e compostos.

1) Adjetivos uniformes são aqueles que possuem uma única forma para o masculino e o feminino.

Ex.: feliz, alegre, triste, fiel, azul, gentil, jovem, vil, paulista, etc.

2) Adjetivos biformes são aqueles que possuem uma forma para o masculino e outra para o feminino.

Ex.: mau/má, ateu/atéia, bom/boa, bonito/bonita, português/portuguesa, são/sã, etc.

3) Adjetivos simples são aqueles constituídos de um só radical.

Ex.: lindo, azul, vermelho, claro, grande, triste, etc.

4) Adjetivos compostos são aqueles constituídos de mais de um radical

Ex.: vermelho-claro, politico-social, luso-brasileiro, castanho-escuro, etc.

Os adjetivos podem ainda ser primitivos e derivados.

Primitivos são os adjetivos que não derivam de outra palavra, tais como bom, mau, forte, feliz, etc.

Derivados são os adjetivos que derivam de substantivos ou verbos, tais como famoso, carnavalesco, amado, etc



ADJETIVOS ERUDITOS



Numerosos adjetivos existem que significam “relativo a”, “semelhante a”, “próprio de”, “da cor de”, que. São os chamados adjetivos eruditos. Eis alguns exemplos dos mais usados:


corpo de alunos = corpo discente.

reunião de bispos = reunião episcopal.

ataque do coração = ataque cardíaco.

doença do estômago = doença gástrica.

problema do fígado = problema hepático.

material de guerra = material bélico.

corpo de professores = corpo docente.



ADJETIVOS PÁTRIOS



Existem ainda entre os adjetivos aqueles que designam nacionalidade ou lugar de origem de alguém ou de alguma coisa. Citemos, a título de ilustração, alguns exemplos:



Brasil — brasileiro(a).

São Paulo (Capital do Estado) — paulistano(a).

São Paulo (Estado) — paulista.

Rio de Janeiro (Capital do Estado) — carioca.

Rio de Janeiro (Estado) — fluminense.

Mato Grosso — mato-grossense.

Egito — egípcio.

Buenos Aires — portenho.

Pereira Barreto — pereira-barretense.[1]







LOCUÇÃO ADJETIVA



Locução adjetiva é uma locução que equivale a um adjetivo. Eis alguns exemplos:



Amor de mãe = amor materno.

Presente de rei = presente régio.

paixões sem freio = paixões desenfreiadas.

Aves da noite = aves noturnas.

Amor sem limites = amor ilimitado.

carinho de filho = carinho filial.



A exemplo do substantivo, os adjetivos podem sofrer flexões de gênero, número e grau.



1. GÊNERO — masculino ® bom

feminino ® boa



2. NÚMERO — singular ® bom, boa

plural ® bons, boas



3. GRAU — comparativo de igualdade: Ela é tão inteligente quanto (ou como) eu.

comparativo de superioridade: Ela é mais inteligente que (ou do que) eu.

comparativo de inferioridade: Ela é menos inteligente que (ou do que) eu.

superlativo absoluto analítico: muito inteligente.

superlativo absoluto sintético: inteligentíssimo

superlativo relativo de superioridade: a mais inteligente.

superlativo relativo de inferioridade: a menos inteligente.



Como podemos depreender do quadro acima, o superlativo absoluto analítico é expresso por meio do advérbio muito anteposto ao adjetivo. Em lugar de muito podemos fazer uso, ainda, dos advérbios extremamente, excepcionalmente, etc. Ex.:



Aquele caso é extremamente sério (seriíssimo).



Em muitos adjetivos, o superlativo absoluto sintético se apresenta de duas formas: uma erudita, de origem latina, e outra popular, de origem vernácula. A forma erudita é constituída pelo radical do adjetivo latino + um destes sufixos: -íssimo, -imo e -érrimo.

Ex.: fidelíssimo, facílimo, paupérrimo.

Por outro lado, a forma popular se forma com o radical do adjetivo português + o sufixo -íssimo.

Ex.: pobríssimo, agilíssimo, amarguíssimo, etc.



Alguns adjetivos apresentam formas especiais na formação dos graus comparativos e superlativos. São os adjetivos bom, mau, grande e pequeno.

ADJETIVO COMPARATIVO DE SUPERIORIDADE

bom melhor

mau pior

grande maior

pequeno menor

SUPERLATIVO ABSOLUTO

REGULAR IRREGULAR

boníssimo ótimo

malíssimo péssimo

grandíssimo máximo

pequeníssimo mínimo





A título de ilustração e para encerrar este assunto, apresentamos a seguir uma pequena lista com os principais superlativos absolutos sintéticos usados na língua culta e literária.





alto — supremo amargo — amaríssimo

amigo — amicíssimo antigo — antiqüíssimo

áspero — aspérrimo bom — ótimo

comum — comuníssimo frio — frigidíssimo

geral — generalíssimo grande — máximo

humilde — humílimo íntegro — integérrimo

livre — libérrimo negro — nigérrimo

parco — parcíssimo pequeno — mínimo

sábio — sapientíssimo soberbo— superbíssimo





PLURAL DOS ADJETIVOS COMPOSTOS



A flexão dos adjetivos compostos é um assunto que suscita muitas dúvidas. Para formar o plural desses adjetivos há que se observar algumas regrinhas:

1) Quando os elementos são todos adjetivos, somente o último vai para o plural. Ex.



Cabelos castanho-escuros.

Saudades doce-amargas

Acordoa nipo-brasileiros

Vestidos verde-caros



Exceções: a) surdo-mudo, surdos-mudos, surda-muda, surdas-mudas,

b) azul-marinho e azul-celeste (invariáveis)

(Ternos azul-marinho.e vestidos azul-celeste)



2) Se os componentes do adjetivo composto foram uma palavra invariável + adjetivo, somente esse último elemento será flexionado. Ex.:



meninos mal-educadas,

povos semi-selvagens,

esforços sobre-humanos,

crianças recém-nascidas.



3) Os compostos formados por adjetivo + substantivo são invariáveis. Ex.:



Tapetes verde-esmeralda.

Blosas amarelo-laranja,

Chepéus escuro-ciza,

Gravata verde-malva,

Ternos verde-oliva,

Saias azul-pavão,

Olhos verde-mar,

calções azul-ferrete.

Vestidos azul-turqueza.



Ob.: Nesse último caso, subentende-se a expressão "da cor de". Dizemos, pois, que os ternos são da cor verde da oliva.



4) As locuções adjetivas formadas formadas por cor + de + substantivo também ficam invariáveis. Ex.:



vestidos cor-de-rosa,

olhos cor de mar

cabelos cor de palha,

olhos cor de safira,

sapatos cor de café.



Ob.: Muitas vezes, em nome da concisão, dizemos apenas: sapatos café, vestidos rosa, etc.


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[1] Quem nasce em Pereira Barreto (SP) é pereira-barretense (com hífen), e não “pereirabarretense”, como se costuma grafar. Pereira-barretense é a única forma correta. Portanto, quem escreve pereirabarretense (sem hífen) comete um erro de ortografia tão grave quanto quem grafa assúcar em vez de açúcar, gaz de cosinha em vez de gás de cozinha, tezoureiro em vez de tesoureiro, etc. . .

ACENTUAÇÃO GRÁFICA

Inicialmente, cumpre-nos esclarecer que, para entender melhor o assunto que vamos agora expor, temos de saber o que é prosódia, que é a parte da fonética que tem por finalidade a exata acentuação tônica das palavras.

Você, porventura, sabe por que acentuamos graficamente algumas palavras e outras não?

A resposta é muito simples: ocorre que toda palavra de nossa língua tem sua sílaba tônica natural. A palavra casa, por exemplo, é paroxítona, pois a sílaba tônica dessa palavra é a penúltima. Como essa é a prosódia natural da palavra casa, não há necessidade de acento gráfico.
Quando, no entanto, há um desvio da prosódia natural __ a palavra açúcar, por exemplo __, há necessidade do acento gráfico, pois houve um desvio da prosódia natural da palavra, que, em rigor, deveria ser açucar (oxítona). Como está oficialmente consagrada e dicionarizada a pronúncia açúcar (paroxítona), devemos, então, marcar o desvio da tonicidade, isto é, da prosódia natural da palavra com um acento gráfico.

Com base nesse princípio, estabeleceram-se, então, as regras gerais de acentuação gráfica das palavras de nossa língua, que são as seguintes:



1) Acentuam-se todas as palavras monossílabas tônicas terminadas em:

-a(s), -e(s), e -o(s).

Ex,: já, pá, pé, vê, vês. nó, só, etc.


Ob.: Não se acentuam as palavras monossílabas tônicas terminadas em i(s) e u(s), tais como em si,. ti, cru, etc.


2) Acentuam-se graficamente as palavras oxítonas terminadas em:

-a(s), -e(s), -o(s), -em e -ens.

Ex.: fubá, xarás, café, você, avó, avô, armazém, armazéns, parabéns, etc.


Obs.: Não se acentuam graficamente as palavras oxítonas terminadas em i(s) e u(s), como em caqui, aqui, tatu, cajus, Itu, etc.

As formas verbais terminadas em -a, -e ou -o, sejam elas monossílabas tônicas ou oxítonas, seguidas de -la, -lo, -las e -los, são acentuadas normalmente: dá-la, fazê-lo, informá-los, etc.

3) Acentuam-se graficamente todas as palavras paroxítonas não terminadas em -a(s), -e(s), -o(s), -em, -ens e am.

Ex.: açúcar, fácil, líder, éden, órfã, ímã, júri, vírus, álbum, bíceps, látex, etc.

Essa regra nos mostra que todas as palavras paroxítonas que não possuem as terminações mencionadas têm, obrigatoriamente, de receber acento gráfico. Estão fora dessa regra, no entanto, os prefixos terminados em -r e -i: anti-herói, semi-habilitado, hiper-rápido, super-herói, etc.

4) Acentuam-se graficamente todas as palavras paroxítonas terminadas em ditongo, quando este é representado graficamente..

Ex.: água, óleo, família, notícia, carícia, cárie, história, série, matéria, etc.



ATENÇÃO; observe que estamos falando em ditongos representados graficamente, como em notícia, por exemplo. Estão de fora dessa regra, portanto, ditongos como jovem falam, que só ocorrem na fala.



5) Acentuam-se graficamente todas as palavras proparoxítonas.

Ex.: lâmpada, célula, cédula, rápido, gramática, pétalas, etc.


Obs.: Como já dissemos, os ditongos crescentes, em final de sílabas, podem ser separados na divisão de sílabas: tanto pode ser his-tó-ria, como his-tó-ri-a;. sé-rie, como sé-ri-e. No primeiro caso (his-tó-ria), classificamos tais palavras como paroxítonas terminadas em ditongo crescente; no segundo caso (his-tó-ri-a), dizemos que são proparoxítonas relativas ou eventuais.


6) Acentuam-se graficamente a vogal-base dos ditongos abertos tônicos -éi-, -ói- e -éu-.

Ex.: idéia, geléia, herói, heróico, céu, chapéu, etc.

7) Acentua-se a primeira vogal do hiato final -ôo.

Ex,: vôo, vôos, abençôo, môo, etc.

8) Acentuam-se graficamente as vogais i e u tônicas, quando aparecerem depois de outra vogal (formando hiato), sozinha numa sílaba, acompanhada ou não de s.

Ex,: saúde, saída, faísca, jaús, etc.

Esta última regra possui uma única exceção: se a vogal i do hiato, isolada na sílaba, vier seguida de nh, não deve receber acento gráfico. Isso quer dizer que palavras como rainha, bainha, campainha, moinho, etc. não recebem acento gráfico.

Cumpre, ainda, esclarecer que a repetição também de tais vogais numa palavra, formando hiato, dispensa o acento gráfico, como em xiita e juuna.

9) Acentuam-se graficamente o primeiro e do hiato das formas verbais dêem, crêem, lêem e suas derivadas, como descrêem, relêem, etc.

Ex,: Espero que dêem satisfação do que fizeram.

Elas não crêem no que andam falando de você.

Eles lêem jornal diariamente.

10) Os verbos ter e vir possuem as formas do plural da 3.a pessoa do presente do indicativo com acento gráfico, para diferençar das formas do singular.

Ex.: Ele tem pouco dinheiro

Eles têm pouco dinheiro.

Ela vem costumeiramente à minha casa.

Elas vêm costumeiramente à minha casa.



PALAVRAS HOMÓGRAFAS



Nossa língua possui algumas palavras homógrafas, isto é, palavras que se escrevem da mesma forma, mas que se diferenciam quanto à acentuação gráfica. São as seguintes:

a) pêra __ substantivo: a pêra;

peras __ substantivo (no plural): as peras;

b) pêlo, pêlos __ substantivo: o pêlo, os pêlos do gato;

pélo, péla, pélas __ verbo pelar: eu pélo, tu pelas, ele péla;

pelo, pela __ preposição: pelo amor de Deus, pelos caminhos da vida, pela(s) rua(s);

c) pólo, pólos __ substantivo: os pólos, pólo de desenvolvimento;

pôlo, pôlos __ substantivo (falcão): os pôlos desta região;

polo __ preposição arcaica: por + o;

d) pôr __ verbo: pôr do sol, pôr a limpo;

por __ preposição: um por todos, todos por um;

e) pára __ verbo: o ônibus pára neste local todo dia;

para __ preposição: livro para eu ler, ir para São Paulo;

f) ás __ substantivo: o ás do volante, o ás (carta) do baralho;

as __ artigo definido fem. plur.: as pessoas, as mulheres, as caixas;

g) côa, côas __ verbo: ela côa café, tu côas café;

coa, coas __ contração de com + a e com + as);

h) pôde __ verbo no passado: ele não pôde ir à escola ontem;

pode __ verbo no presente: hoje ele pode ir à escola.



TREMA



Usa-se o trema sobre o u sonoro e átono dos grupos que, qui, gue e gui.

Ex.: seqüestro, tranqüilo, agüentar, sagüi, etc.

Se o u de tais grupos for tônico, receberá acento agudo.

Ex,: averigúe, argúi, obliqúe, etc.

Não se acentua graficamente a sílaba tônica que precede o grupo -qüe(m), como em apropinqüe (-pin-) ou apropinqüem (-pin-).

Acentuam-se graficamente as sílabas tônicas que precedem os grupos -gua(m), -qua(m) e -que(m).

Ex.: águam, oblíquam, águem, etc.